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Script Factory

Script Factory quer dizer Fábrica de Guiões em português, mas como em Portugal é moda dar nome inglês às marcas, seguimos essa tendência. Mas meio arrependidos. Por isso é que colocamos esta justificação na descrição da marca. Queremos mostrar-lhe boas histórias e queremos ajudar a contar a sua. São e sempre foram uma das principais ferramentas de comunicação. A narrativa é uma das formas mais eficazes de interação humana.

Falso Deus – Trailer

Falso Deus é uma curta portuguesa realizada por Gonçalo Fonseca. Conta a história de um rapto de 3 crianças e a sua luta pela liberdade.

False God is a portuguese short movie directed by Gonçalo Fonseca. Tells the story of the kidnapp of 3 little children and their fight for freedom.

Musica do trailer: Ich Grolle Nitch de Ron Meixsell and Wahneta Meixsell

 

Paredão Carcavelos-Oeiras: Aquela Base!

Conheça o Paredão Carcavelos-Oeiras! Esse belo paredão nesse belo país que é Portugal.
Paredão Carcavelos-Oeiras: Aquela Base!

Gopro hero5 black
slow motion @ 60fps and 120fps full hd

Guincho: Aquela Base!

Conheça o Guincho! Essa bela localidade nesse belo país que é Portugal. Guincho: Aquela Base!!!

Realização, Edição: Gonçalo Fonseca
Música: “Goose Lake” por Josh Spacek (needledrop.co)

Gopro hero5 black
slow motion @ 60fps and 120fps full hd

Inspira-te! #4

Uma das melhores formas de inspiração para começar a escrever uma história, é olhar para imagens sugestivas. Regularmente, vamos publicar aqui imagens para servir de inspiração para as vossas histórias.

Uma história por dia, não sabe o bem que lhe fazia.

#umahistoriapordia

Script Factory

Inspira-te! #3

Uma das melhores formas de inspiração para começar a escrever uma história, é olhar para imagens sugestivas. Regularmente, vamos publicar aqui imagens para servir de inspiração para as vossas histórias.

Uma história por dia, não sabe o bem que lhe fazia.

#umahistoriapordia

Script Factory

Inspira-te! #2

Uma das melhores formas de inspiração para começar a escrever uma história, é olhar para imagens sugestivas. Regularmente, vamos publicar aqui imagens para servir de inspiração para as vossas histórias.

 

Uma história por dia, não sabe o bem que lhe fazia.

 

#umahistoriapordia

 

Script Factory

Inspira-te! #1

Uma das melhores formas de inspiração para começar a escrever uma história, é olhar para imagens sugestivas. Regularmente, vamos publicar aqui imagens para servir de inspiração para as vossas histórias.

 

Uma história por dia, não sabe o bem que lhe fazia.

 

#umahistoriapordia

 

Script Factory

Curta poderosa

Uma história pode ser curta, sem um único dialogo e entregue por uma marca. Todas as variaveis são possíveis para criar uma boa história quando se tem uma boa ideia nas mãos e a capacidade para concretizá-la convenientemente.

Melhores Filmes de 2015

Mais um ano. Mais uma lista. Os melhores de 2015 aos nossos olhos.

1. Revenant

revenant

O Iñárritu elevou-se nestes 2 anos ao patamar mais alto da elite dos realizadores. 2 filmes geniais que não podiam ser mais diferentes e mostram uma mestria absoluta em vários ambientes e com direção de atores completamente distinta.

Revenant é um filme perfeito. A todos os níveis. Só lhe falta uma leading lady forte. Tecnicamente irrepreensível, com especial destaque para a fotografia, é na mensagem e na representação que se torna uma obra prima. Leonardo di Caprio e o seu antagonista, Tom Hardy encarnam o tema principal do filme magistralmente.

E o tema principal do filme diz-nos respeito agora mais do que nunca. A avassaladora força de mudança, violência e caos que é a natureza. Transmitida, crua e dura como nunca tinha visto em mais nenhum filme. A árvore da vida mostrava mais tendencialmente o caminho da graça. O Revenant pode ser considerado o antagonista do filme de Malick e mostra-nos o caminho da natureza. Como destruímos tudo à nossa volta em nome do progresso e como somos selvagens ao fazê-lo. O reverso da medalha é dado em ambas as facões, do lado dos destruidores (Leonardo di Caprio) e do lado dos massacrados (índio que o ajuda), lembrando o caminho da graça de Malick. O Leonardo di Caprio quebra a 4ª parede e olha para nós, audiência, no final do filme. Como que a lembrar-nos da nossa responsabilidade, como que a lembrar-nos que a equipa do filme teve de ir para as zonas mais inóspitas e longínquas do planeta para encontrar locais naturais, sem presença humana.

 

  1. Hateful Eight

hateful 8

O western definitivo do maior fã do género. O Tarantino tinha feito o seu pior filme quando pegou no western (Django é um bom filme, mas é o pior da sua filmografia).

Com Hateful eight retira todas as dúvidas e faz um filme ao seu melhor nível.

Desde a metáfora da criação dos usa concentrada em 3 horas e nestes personagens, à banda sonora, à ausência total de centro moral, ao piscar de olho à Agatha Christie, aos twists fabulosos, aos diálogos desconcertantes, à maravilhosa homenagem ao cinema do passado e à formalidade (nos dias de hoje inexistente e esquecida) de se ver este formato de storytelling, Hateful Eight é o segundo melhor filme do ano.

 

  1. Mad Max: Fury Road

mad max

Quem diz que o Mad Max não tem história, não sabe ou não pensou bem na complexidade da arte de criar boas histórias.

E apesar de algumas características não serem propriamente fortes (o arco não é complexo, e não tem grandes twists), as que são fortes, são do mais potente feito este ano. A bíblia da história é magnifica (devem ter ficado 200 páginas fora do guião), a credibilidade (por isso mesmo) é intocável, a exposição para passar essa bíblia infindável de uma carreira é passada com equilíbrio exemplar, com cenas de ação inacreditáveis e uma representação feminina que literalmente rouba o protagonismo. Propositadamente. As mulheres são as estrelas neste filme tão sujo e selvagem. Brains against muscle.

Mad Max renasceu ainda melhor para a nova geração. Uma coisa raramente vista na história do cinema. Um reboot que ultrapassa o seu antepassado.

 

  1. Inside Out

Pictured: JOY. ©2015 Disney•Pixar. All Rights Reserved.

A história original mais engenhosa e brilhante de todas as histórias originais deste ano. Tem o invulgar mérito de ser um conceito, para além de uma boa história. Um fabuloso conceito que, no limite, dá para criar infinitas histórias a partir dele.

A Pixar, se quiser, pode fazer sequelas infindáveis de bons filmes com este conceitos. Longas, curtas, séries, é o que quiser. O conceito é tão bom que é empolgante só de pensar nas possibilidades de expansão que ele representa. Por isto, já devia estar considerado entre os melhores argumentos do ano. E por ter conseguido a coroa da Pixar, com uma concorrência de peso como a trilogia Toy Story, o Up e o Wall-e, é sem duvida um dos melhores filmes do ano.

 

  1. Carol

carol

A Rooney Mara é a apaixonada mais bonita, querida e credível da história do cinema. E Carol é uma das melhores histórias de amor.

Curiosamente, raros filmes captaram a paixão tão bem como Carol e Vida de Adele. Ambos intensos mas diferentes na abordagem, muito pela época que retratam. Enquanto que a Vida de Adele é explosivo e selvagem, a Carol é contido e carinhoso. E a face dessa contenção é a Rooney Mara. Perdidamente apaixonada e genuinamente rendida ao seu sentimento.

A Cate Blanchet volta a ter uma interpretação brilhante dando uma credibilidade inquestionável à história em momentos chaves como na reunião sobre a guarda da filha.

Os momentos de tensão entre as duas são o melhor do filme. Seja tensão sexual, seja tensão emocional, estes momentos têm poucas palavras mas passam como raramente um filme passou, um amor tão grande que cresce, e vemos crescer, durante o filme.

O guião aparentemente tem poucas palavras mas muito subtexto, sobre o desenvolvimento do sentimento das duas, a personalidade fascinante das personagens (a amiga da Carol é fabulosa) e a forma como se relacionam.

A Carol decide dar a guarda ao pai. Porquê? A dose de reflexão necessária que a levou a tomar essa decisão, e ela ama profundamente a filha, está nos seus atos, palavras e emoções dessa cena. E pelo subtexto Percebemos que não é um artifício gratuito para ultrapassar o problema e seguir com a história. Percebemos que ela pesou as vantagens e desvantagens de viver infeliz num segredo e o impacto que desvendar esse segredo teria para a filha e para ela própria. Não é preciso explicar, basta ver. E é nisso que o argumento do Carol é muito bom. Não é preciso explicar, basta ver.

 

  1. Anomalisa

anomalisa

Anomalisa é dos melhores retratos da humanidade nos dias de hoje. As piores características do ser humano estão representadas no personagem principal: Desligado. Desapaixonado. Desatento. Desumano. Cansado. Viciado.

Ele ainda tenta tirar a mascara mas está demasiadamente colada. A esquizofrenia final mostra bem a luta que cada um de nós devia estar a travar no seu interior neste momento em que a sociedade capitalista e individualista está a atingir picos preocupantes e dramáticos.

Filme que dá para inúmeras interpretações e até cabe, e muito bem, a teoria de que tudo foi uma noite de masturbação.

Animação verdadeiramente original é mais um factor para tornar o Anomalisa um filme inesquecível.

 

  1. Mil e uma noites

mil e uma noites

O melhor filme português de sempre, tinha de estar bem colocado nesta lista.

Primeiro porque é nosso. E depois porque é dos melhores filmes sobre a crise que afecta todos os países nos dias de hoje.

Com uma dose de humor negro à mistura mas na medida certa. Com uma surrealidade apaixonante e muito única do nosso país, este filme torna-se uma pérola muito original e ao mesmo tempo muito interessante e relevante para outros públicos não portugueses.

Com criticas estrondosas em meios internacionais tenho pena que não tenha tido mais reconhecimento nos festivais de cinema mundiais.

 

  1. O Sal da Terra

sal da terra

Vivemos tempos preocupantes.

O NY Times publicou um estudo, onde conclui que a humanidade nunca foi tão civilizada como nos dias de hoje. É possível, mas não podemos ter como termo de comparação o passado, principalmente se queremos evoluir. A evolução traz-nos responsabilidade. Para com o nosso planeta. É a nossa casa. De todas as espécies.

E não o estamos a tratar bem. Estamos longe de ser um exemplo de equilíbrio como espécie. Continuamos a reproduzirmo-nos de uma forma insustentável, às custas do extermínio de outras espécies e sem respeito pela existência e crenças dos nossos semelhantes.

Por isso, vivemos tempos preocupantes, independentemente do estudo do NY Times.

O Salt of the earth devia ser ensinado nas escolas. Em todas as escolas do mundo. O que a mulher de sebastião salgado fez, é das melhores cartas de amor ao nosso planeta. É simplesmente overwelming.

O exemplo máximo de altruísmo, o exemplo máximo do que nós, como espécie, deveríamos almejar.

Este exemplo é concretizado com uma ação especifica que no limite pode ser posta em prática por todos.

Para além de ser uma grande história com a protagonista mais inesperada, é pedagógico no sentido em que nos ensina e nós dá um exemplo de como fazer.

 

  1. Force Majure

force majure

Como uma premissa tão simples, pode criar um filme tão poderoso. É realmente maravilhoso como um acto (ou não acto), subtil, mínimo, discreto pode mostrar tanto sobre o carácter de uma pessoa e pode ter tanto impacto sobre os que o rodeiam.

Dotado de um sentido de humor terrivelmente negro, não deixa de ter imensa graça ver como esta pessoa reage à sua gigantesca falta de coragem e egoísmo entretanto desmascarada perante a sua família e amigos.

A ideia genial bastou para fazer o filme, mas não bastou para ser um grande filme. Muitíssimo bem filmado, com uma excelente fotografia e poderosas interpretações fazem deste filme um dos melhores de 2015.

 

  1. Relatos Selvagens

relatos selvagens

Como se contam 6 histórias sobre o limite selvagem do ser humano quando sabemos que somos capazes do pior?

Relatos selvagens consegue fazê-lo.

Acabamos de ver estas 6 fantásticas histórias com a certeza absoluta que é impossível captar melhor, a selvajaria do ser humano. Damian Szifron conta estas histórias assustadoras com um sentido de humor muito negro e apurado pelo que é difícil não rir com o nível inacreditável a que estas personagens chegam.

O que nos faz, de certa forma, cúmplices da loucura.

 

  1. A que horas ela volta?
  2. Look of silence
  3. Spotlight 
  4. El club
  5. 45 years
  6. Bridge of spies
  7. Tangerine
  8. Dheepan
  9. Lobster
  10. A tua mãe

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